http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115071008#.Vh--UrweVtf
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
O gás do sol
Renato N ·
O gás não "ACABA" por que ele não está exatamente em combustão. O que acontece é que os átomos de hidrogênio passam pelo processo de fusão nuclear, onde dois atomos de hidrogênio (massa atômica = 1) se fundem e dão lugar à um átomo de hélio (massa atômica = 2) liberando uma quantidade considerável de energia, porém não há uma "queima". O que faz os átomos se fundirem é a imensa força gravitacional no centro da estrela. Então fica assim: A gravidade puxa tudo para o centro com uma força tremenda e a fusão nuclear empurra para fora com força igual. Durante muito tempo a estrela fica instável (pulsando), mas depois ela vai estabilizando e chega ao estado que se encontra o nosso sol. Porém depois de um certo tempo (muito tempo na verdade) os átomos de hidrogênio começam a ficar mais escassos e a fusão entre o hidrogênio e o hélio já formado dá origem a outras substâncias cada vez mais pesadas como oxigênio, etc. Porém quando a estrela fica com muita matéria pesada em seu interior as reações de fusão nuclear ficam mais escassas e não são suficientes para manter a estabilidade da estrela, daí a gravidade começa a vencer a fusão nuclear e a estrela começa a entrar em colapso. Agora se essa estrela for do tamanho do nosso Sol (ou até duas vezes maior) a estrela vai entrar em colapso e explodir violentamente (a chamada supernova) e dá origem à uma estrela menor chamada anã vermelha (que tem esse nome por emitir uma luz vermelha de baixa intensidade). Agora se a estrela for mais de duas vezes e meia maior que o sol ela ira começar a se contrair e atingir densidades absurdas (a matéria dentro de uma estrela em colapso pode chegar à densidade de bilhões de toneladas por centímetro cubico) até "desmoronar" para dentro em um único ponto de densidade infinita, que é o tão famoso Buraco Negro.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
sábado, 15 de agosto de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
PGR encontrou-se nos EUA com ex-sócia de concorrentes da Eletronuclear
PGR encontrou-se nos EUA com ex-sócia de concorrentes da Eletronuclear
Atualizado em 02/08/2015 - 12:09
Com o devido cuidado para não embarcar em teorias conspiratórias, vamos a alguma coincidências ligadas ao suposto escândalo na Eletronuclear envolvendo o Almirante Othon Luiz Pereira da Silva.
Ao longo de sua carreira, Othon acumulou um conhecimento único sobre um mercado que, no comércio mundial, equivale a US$ 100 bilhões/ano. Como consultor, teria condições de levantar valores dezenas de vezes superiores aos R$ 4,5 milhões – que teria recebido ao longo de seis ano, conforme despacho do juiz Sérgio Moro, acolhendo denúncia dos procuradores do Ministério Público Federal.
É possível que seja culpado, é possível que não. O fato objetivo é que sua detenção afeta profundamente o programa nuclear brasileiro, um dos maiores feitos tecnológicos do país.
A gravidade do fato chama mais a atenção sobre a maneira como a força tarefa da Lava Jato chegou a ele.
Seu nome surgiu em uma segunda delação do presidente da Andrade Gutierrez Dalton Avancini. Procuradores exigiram que Dalton apresentasse fatos novos, já que seu depoimento não acrescentava muito ao que já se sabia sobre a Petrobras. A partir da reformulação de sua delação, deflagrou-se a Operação Radioatividade, para investigar suspeitas na área nuclear.
Segundo o repórter Fausto Macedo, do Estadão, “Avancini disse que “ouviu dizer” que havia uma promessa de propina para o militar” (http://migre.me/qZRVL). Segundo o Jornal Nacional, Avancini disse “não saber de efetivamente houve algum repasse de propina a alguém” (http://migre.me/qZSdt).
No seu despacho, o juiz Moro relaciona uma série de pagamentos a empresas de propriedades das filhas de Othon.
Há enorme desproporção entre as supostas propinas e os contratos que teriam beneficiado as empreiteiras. Para contratos que ascendem a mais de um bilhão de reais, o inquérito apura R$ 109 mil pagos pela Camargo Corrêa, R$ 371 mil pela Techint, e R$ 504 mil pela OAS a um escritório de propriedade das filhas de Othon. E constata que a OAS não fez nenhum dos negócios apontados nas investigações (http://migre.me/qZSox).
Uma dos supostos benefícios teria sido a retomada das obras de Angra 3 – uma decisão exclusiva da Presidência da República, do Ministério da Defesa e do Estado Maior das Forças Armadas.
Moro reconhece que os pagamentos podem ter causa lícita, “pela prestação de serviços reais de assessoria ou consultoria ou por eventuais direitos de patentes, pelo menos considerando as conhecidas qualificações técnicas de Othon Luiz”.
Procuradores atestaram que o escritório presta serviços de tradução. Traduções técnicas, ainda mais em áreas da complexidade da nuclear, custam caro.
No entanto, alega “um possível conflito de interesses que coloca em suspeita esses pagamentos." (http://migre.me/qZS64) Por conta desse possível conflito de interesses, coloca na cadeia o mais relevante cientista militar brasileiro, desde o Almirante Álvaro Alberto e compromete uma tecnologia crítica para o país.
Os caminhos que levaram a Othon
Como se chegou a Othon?
Há uma disputa histórica de autoridades norte-americanas contra o programa nuclear brasileiro. A tecnologia de enriquecimento de urânio foi uma conquista histórica, que envolveu muito sigilo, inclusive a existência de fundos secretos, para possibilitar adquirir equipamentos e peças passando ao pargo do controle da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
Nos primeiros dias de fevereiro passado, o Procurador Geral da República Rodrigo Janot seguiu para os Estados Unidos acompanhando procuradores da Lava Jato.
A ida de Janot e da força tarefa da Lava Jato causou estranheza, expressa por nosso articulista André Araújo, um profundo conhecedor do jogo político internacional e dos mecanismos internos da real politik norte-americana
“O que vai fazer nos EUA a Procuradoria-Geral da República do Brasil? Vai ajudar os americanos na acusação contra a Petrobras? Mas a Petrobras é parte do Estado que lhes paga os salários, está sendo atacada no estrangeiro, eles vão lá ajudar os autores das ações?
Quem deveria ir para os EUA é a Advocacia-Geral da União, orgão que funciona como defensora dos interesses do Estado brasileiro. A AGU poderia ir aos EUA para ser auxiliar da defesa dos advogados da Petrobras porque, salvo melhor juizo, um Estado não vai ao estrangeiro acusar a si mesmo ou ajudar outro Estado a lhe fazer acusações. Quem processa a Petrobras indiretamente está processando o Estado brasileiro.
Fora do Brasil só há um ente que representa o Brasil, o Estado brasileiro, representado pelo Poder Executivo (art.84 da Constituição). Só o Poder Executivo representa o Brasil no exterior, a PGR não é um Estado separado do Brasil.
Quem representa o Brasil em Washington é a Embaixada do Brasil, a quem cabe os contatos com o Governo americano e suas dependências, a Embaixada deveria estar atenta para proteger a Petrobras nos EUA” (http://migre.me/qZSB1).
Em resposta, a Secretaria de Comunicação Social da PGR informou que “o PGR Rodrigo Janot tem agenda separada, não relacionada a esse processo, e manterá encontros no FBI, no Banco Mundial e na OEA" (http://migre.me/qZSEG)
Apesar da nota da Secom, uma das pessoas visitadas foi Leslie Caldwell, procuradora-adjunta encarregada da Divisão Criminal do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (http://migre.me/qZSvO).
Leslie tem ampla experiência em apurações criminais, tendo participado dos trabalhos que terminaram na denúncia da Enron e da Arthur Andersen. Debita-se a ela a destruição de 85 mil empregos por seu estilo implacável, de não saber punir pessoas preservando empresas.
Obama a indicou para o cargo no dia 15 de maio de 2014.
Ocorre que desde 2004 ela era sócia do escritório Morgan Lewis de Nova York, atuando na área de contenciosos (http://migre.me/qZT2S).
Uma das especialidades do escritório é justamente o setor de energia (http://migre.me/qZT62), especificamente nas relações entre setor privado e governo. O sócio Brad Fagg é apresentado como advogado principal para a maioria das instalações comerciais norte-americanas. Sob a liderança de Brad – diz o site do escritório – os clientes ganharam mais de US$ 2 bilhões em decisões na área pública.
O mercado nuclear experimentou um renascimento, a ponto do escritório ter aberto uma filial em Londres para orientar os investidores interessados no setor, depois da desregulamentação do setor de energia no Reino Unido em 2004 (http://migre.me/qZU4M).
O escritório se apresentava como representante de um grade número de empresas que ocupam praticamente todos os segmentos de combustível nuclear, desde a mineração de urânio e enriquecimento para a fabricação de combustíveis.
Não é crível supor que Janot tenha participado de uma conspiração internacional. É mais certo que o açodamento e a desinformação tenham feito Janot tornar-se inadvertidamente um instrumento de um jogo geopolítico internacional, no qual o interesse do país foi jogado para terceiro plano.
sábado, 18 de julho de 2015
O plutónio é diferente de todos os outros metais; saiba porquê
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=4677609
O plutónio é diferente de todos os outros metais; saiba porquê
Um texto da Livescience resume o problema da seguinte forma: finalmente os cientistas descobriram porque é que o pultónio se comporta de forma diferente no que diz respeito às capacidades magnéticas.
2/2 | 14.07.2015 | Foto Los Alamos National Laboratory
A "culpa" é dos eletrões que rodeiam cada átomo de plutónio.
Ao contrário do que acontece com outros metais, que têm um número fixo de eletrões, no plutónio esse número varia.
A partir desta descoberta poderá ser possível prever e alterar o comportamento de novos materiais, com muito mais precisão, diz Marc Janoschek do Los Alamos National Laboratory.
O estudo foi publicado no número de julho da revista científica Science Advances.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
O edital foi publicado, e agora?
O edital foi publicado, e agora?
Para não ficar tentando agarrar todas as oportunidades e, no fim das contas, deixar todas escaparem.
Manter o foco
As primeiras perguntas a serem feitas são estas: esse edital é da minha área de interesse? Eu já estava estudando essas matérias?
Por melhor que sejam as oportunidades, se você vai sair do zero, estará no fim de uma fila, e as chances são pequenas em relação aos que já vêm se preparando. Além disso, corre o risco de sair um edital da sua área, e você estar fora da sua fila, envolvido em uma tarefa com pequena probabilidade de sucesso.
Mas, se o concurso for da área para a qual você já estava se preparando, a pergunta é: já vi boa parte do conteúdo? Caso contrário, vamos cair na situação acima. Claro que é possível dar uma arrancada entre o edital e a prova, e isso pode ser útil para alavancar o estudo. Desde que, caso não seja aprovado, o candidato siga estudando para estar em melhores condições na próxima oportunidade.
De toda forma, é importante observar se não seria mais produtivo deixar o edital passar para se preparar com qualidade para o seguinte. De modo geral, o candidato fica ansioso e quer participar de qualquer jeito, contando um pouco com a sorte.
Todo o tempo do mundo
Se preparação para concurso é uma maratona, o período entre o edital e a prova é corrida de velocidade. É um prazo relativamente curto – não passa de dois meses – e todas as forças devem ser concentradas para aumentar as chances de aprovação.
Assim, é o momento de adiar tudo o que não estiver relacionado ao estudo (exceto o que realmente for importante ou urgente), delegar tarefas e, se o candidato estiver trabalhando e for possível, tirar férias para aumentar o número de horas de estudo.
Mesmo nesse período, o equilíbrio é importante para que o candidato não fique exausto e perca qualidade no estudo.
Reprogramar
A publicação do edital muda completamente a dinâmica de estudo. Antes do edital, o candidato estuda todas as disciplinas, aprofundando aos poucos e lapidando o conhecimento com calma. Edital publicado significa que nem sempre haverá tempo para o candidato ficar pronto, por isso é preciso ter uma boa estratégia para saber o que e como estudar até o dia da prova.
A primeira providência é examinar atentamente o edital para saber se há matérias ou tópicos novos e que nunca foram estudados. Atenção, em alguns casos, o nome da disciplina é mantido, mas o conteúdo cobrado sofre muitas alterações.
Por outro lado, assuntos que estavam na programação de estudo podem ter sido excluídos do novo edital e devem ser abandonados pelo candidato.
Depois disso, é preciso contar o número de dias e semanas até a prova e fazer uma nova distribuição de tempo pelas disciplinas. Matérias que já foram bem estudadas devem ser apenas revisadas pelo material previamente elaborado. Disciplinas específicas ou surpresas do edital – tópicos ou matérias inteiras que tenham sido incluídas – têm prioridade de tempo, porque são novidade para o candidato. O mesmo acontece com matérias em que o candidato ainda tenha muita dificuldade.
Outros fatores que interferem no tempo a ser dedicado a cada disciplina até a data da prova são os seguintes: o número de pontos que ela representará na prova, a forma como foi apresentada: se virá isolada ou agrupada com outras e a pontuação mínima exigida para que o candidato não seja eliminado.
Provas anteriores da banca
Mesmo que não dê tempo para estudar tudo, é essencial que o candidato resolva provas anteriores da banca organizadora do concurso. Isso dá uma referência de como o conteúdo é cobrado, do tipo de questões que a instituição costuma fazer e dos assuntos mais frequentes.
Com essas informações, o candidato pode estudar e ficar mais seguro no dia da prova, o que é uma vantagem relevante.
Requisitos e local das vagas
Nunca é demais lembrar que o edital deve ser lido integralmente, para que o candidato conheça exatamente as regras do seu concurso e não tenha surpresas depois.
Nesse sentido, são informações básicas para que o candidato decida se deseja e pode participar daquele concurso: o número e o local das vagas, os requisitos necessários para o cargo, a remuneração oferecida e as atribuições que terá, caso seja aprovado.
Retorno à maratona
Caso o resultado da prova não seja favorável, o candidato deve voltar aos estudos - em ritmo de maratona outra vez - para melhorar a preparação e estar pronto para um novo edital.
Mesmo que tenha sido aprovado, pode ser interessante seguir estudando para manter a excelência e ser aprovado em novas oportunidades. Isso porque o prazo de validade dos concursos pode ser longo (dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois) e cabe à administração decidir quando convocar o candidato. Assim, quanto mais aprovações, maiores são as chances de se tornar logo um servidor público.
Gostou dessa dica? O Brasil Jurídico, além de boas dicas traz também bons conteúdos. Acesse e saiba mais: JusBrasil Vídeos
terça-feira, 7 de julho de 2015
Concurso INB
http://www.inb.gov.br/pt-br/WebForms/default.aspx
r
- via concursosnobrasil.com.br
ENGENHEIRO ELETRICISTA: Organização e distribuição de serviços da manutenção. Tipos de manutenção e serviços. Reorganização do setor de manutenção. Fluxogramas de impressos e serviços para administração da manutenção (Organização de serviços). Distribuição de horários de trabalhos na manutenção. Cálculo para custos de manutenção corretiva e preventiva. Manutenção preventiva em equipamentos: Disjuntor, transformadores, buchas e capacitores. Inspeções e testes da manutenção preventiva. Ética Profissional.
ENGENHEIRO ELETRÔNICO: Dipositivos e Circuitos Eletrônicos: Descrição física dos semicondutores; Junção P-N: Diodos semicondutores: Diodos (zener, fotodiodo, túnel, LED, PIN): Transmissor de junção bipolar; Tenções reversas e de ruptura em transistores; Configurações de transistores; Classes de Amplificadores; Corte e saturação em transistores; Transistor multiemissor; Fototransistor; Transistor de efeito de campo; Multivibradores; Schmitt trigger; Amplificadores Operacionais; Circuitos com amplificadores operacionais (básicos); Características do 741; e Circuitos Integrados básicos. Circuitos Digitais: Variáveis lógicas; Circuitos lógicos com diodos e transistores; Família de circuitos integrados (TTL, ECL, DTL e DCTL); Lógica seqüencial (dois níveis, flip-flop); Estados internos, equações de estado: Tabela de fluxo; Análise de circuitos seqüenciais; Contadores básicos (incrementador e decrementador); Multiplexadores; Demultiplexadores; e Temporizadores; Circuitos de Potência: Diodos e transistores de chaveamento; Fontes chaveadas; Transistores bipolares de potência e mosfet de potência; Inversores; Fontes reguladas; Choppers; Tiristores de potência (SCR,TRIAC, DIAC); Osciladores; Circuitos de disparo de tiristores; Circuitos de acionamentos de reles; e Reles de sobrecorrente; Sistema de Controle: Circuitos básicos de controle utilizando o CI 555; Introdução à realimentação; e Microprocessadores : Visão geral do computador; Conjunto de instruções de máquina; Pilhas de memória; Microprocessadores do tipo 8086 e 8088; Estrutura e endereçamento do 8086 a 8088; Noções do chip's 8282, 8286, 8284 A, 2716 e 2142; Redes de computadores, topologias e características.Ética Profissional.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Finep aposta na retomada do programa nuclear com o físico Rex Nazaré na equipe
http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2015-07/finep-aposta-na-retomada-do-programa-nuclear-brasileiro-com-rex
ORQUIMA
Decreto de desapropriação da ORQUIMA em 1965.
http://legis.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=188928
Primeira fábrica brasileira de equipamentos para radioterapia
HUhuuuuuuu. É isso ae.
Energia atômica também é saúde se souber usar.
http://www.brasil.gov.br/saude/2015/07/brasil-tera-primeira-fabrica-de-equipamentos-para-radioterapia-da-america-latina
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Angra 3 será construida - Finalmente
Fica esperto ae que pode rolar uns trampos por lá. Hihihi...
http://www.eletronuclear.gov.br/Not%c3%adcias/NoticiaDetalhes.aspx?NoticiaID=1572
terça-feira, 23 de junho de 2015
sábado, 20 de junho de 2015
Chegou o livro: A Física dos EXPLOSIVOS NUCLEARES
Acabei de receber o livro pelos correios agora pouco. Passei os olhos e parece que não vai dar pra fazer uma bomba, 😇hehehe... mas terei noção de como as reações se processam e vou me familiarizar com os termos desse mundo fascinante da energia atômica.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Nucleares - IEN
O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Nucleares do Instituto de Engenharia Nuclear oferece anualmente curso de mestrado acadêmico em Ciência e Tecnologia Nucleares
segunda-feira, 15 de junho de 2015
http://www.comciencia.br/reportagens/nuclear/nuclear01.htm
O urânio na natureza se encontra em um grau de concentração de 0,7%...
Concordo total com teu texto.
Apenas um esclarecimento ao publico mais leigo, sem nenhuma intenção de corrigi-lo e uma pergunta ao final.
“O urânio na natureza se encontra em um grau de concentração de 0,7%...”
O elemento químico Urânio (numero atômico Z=92 da tabela periódica) é encontrado na natureza na forma de Uraninita (UO2) numa abundância na crosta terrestre de 0,00027%. Dai tiramos o U238 (0,3%). Porém o Urânio 238, como isótopo de massa 238 (isótopo, mesmo elemento químico, mesmo número atômico, mas com quantidades de nêutrons diferentes em seu núcleo), não é físsil, ou seja, não serve como combustível nuclear. O que é necessário ser feito? Enriquece-lo. Transforma-lo em um isótopo U235 (isótopo com menos três nêutrons em seu núcleo), que existe dentro do U238, numa proporção de apenas 0,7%. este sim físsil. Um dos métodos existentes é a centrifugação, depois da obtenção do gás hexafluoreto de urânio (UF6). Você “separa” o U235 do U238. Isto é que se chama de enriquecimento do urânio por centrifugação. E o Brasil conseguiu aperfeiçoar a tecnologia da Ultra centrifugação (desenvolvida na Alemanha na Segunda Guerra, para variar. O Almirante Álvaro Alberto tentou trazer da de lá depois da guerra algumas centrífugas, mas sofreu pressões externas enormes), o que deixou os gringos “loucos”. Há alguns anos atrás, que eu me lembre, o pessoal do TNP quis fazer uma inspeção nas nossas usinas. Soube que, entre outras coisas, eles queriam na verdade “conhecer” nossa tecnologia de ultra centrifugação que, se para eles não era uma novidade, havia interesse em saber pelo menos a maneira, o grau de sucesso e a eficiência que estabelecemos. Nós deixamos o pessoal “dar uma olhada” de longe nas centrifugas, mas não a ponto de revelar alguns segredos... O que fizemos muito bem! Na minha modesta opinião, e o que nunca foi divulgado pelas autoridades nucleares, talvez o Brasil tenha conseguido desenvolver tecnologia de materiais supercondutores na sessão dos motores da centrifuga, o que reduziria e muito, o atrito entre seus componentes aumentando assim a velocidade de rotação dos cilindros. O uso final do U235 físsil, depende de seu grau de enriquecimento. Para fins pacíficos de reatores para geração de força elétrica, é necessário concentrações entre 3% e 5%. Para fins militares já é necessário 90% de enriquecimento. Aqui entra uma discussão. Se o Irã quer o seu uso pacífico, por que seus constantes anúncios de que estão obtendo cada vez mais um grau de enriquecimento (tudo bem que é de apenas 20% por enquanto)? E por que o governo brasileiro os apóia? O que há politicamente por trás disso?